Literatura | News

Análise do poema O Poeta – Vinicius de Moraes

By on 12 de dezembro de 2017

A vida às vezes parece ser apenas dor e sofrimento, não é mesmo? Às vezes nos sentimos como se fossemos eternos errantes, com todas as dores do mundo dentro de nós. Saber aliviar essa dor é o que vai fazer você conseguir seguir vivendo sua vida e rotina normalmente. Vinicius de Moraes, o eterno poeta da paixão, também viveu seu sofrimento em sua vida de poeta e hoje vamos fazer uma breve análise de um poema que trata muito bem desse assunto.

A autora deste texto é jornalista. Extremamente sensível. Viciada em café. Amante de poesia e, às vezes, da seus palpites fashionistas. Atualmente este blog também está hospedado no Portal Bonde. Sentem-se e fiquem à vontade.

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Literatura | News

Minha (intensa) relação com a poesia

By on 31 de outubro de 2017

Minha relação com a literatura brasileira começou logo cedo, quando aprendi a ler e colecionava gibis da Turma da Mônica, de Maurício de Souza. A leitura sempre fez parte da minha vida, de uma forma tão natural que eu não conseguiria descrever. Mas, quando falamos em poesia, esse gosto pelas palavras teve forma quando me deparei com o “Soneto de Fidelidade”, de Vinicius de Moraes.

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Literatura | News

O aniversário de Forma e Exegese

By on 7 de junho de 2017

Qual a matéria mais gostei de escrever? Foi essa, que redigi em 2015 para o site Literatortura, ainda no início do curso de jornalismo, com o Marcos Hidemi Lima sobre os 80 anos de Forma e Exegese, do poeta Vinicius de Moraes. ♥

Meu amor pelo poetinha transformou minha vida. Quando estou iluminada pelo signo viniciano, saem textos assim. Leia a matéria completa e apaixone-se também:

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Literatura

Toda a intensidade de Vinicius de Moraes no livro ‘Histórias de Canções’

By on 9 de janeiro de 2017

Muita gente conhece o Vinicius letrista por conta da ‘Garota de Ipanema’, mas pouco gente sabe ele criou muito mais músicas. A caminhada do poetinha pelo cenário musical é extensa e cheia de nomes de peso. Chico Buarque, Tom Jobim, Baden Powell, Carlos Lyra, Toquinho e muitos outros nomes compõem a lista dos ‘parceirinhos’ de Vinicius. Cada música foi composta de maneira singular e podemos ver toda a intensidade de Vinicius de Moraes no livro ‘Histórias de Canções’.

Vinicius era um artista plural que conseguia encontrar a palavra certa para cada nota musical que lhe era apresentada. Foi assim que sua obra foi composta, ao lado de seus parceiros musicais. No livro Histórias de Canções: Vinicius de Moraes, o leitor encontra a história do maior poeta brasileiro como letrista. O livro conta a história por trás de diversas músicas importantes.

Uma dessas histórias aconteceu por ciuminho. Vinicius era muito ciumento com seus parceirinhos. Em certa ocasião, quase obrigou Chico Buarque a escrever quatro versos em uma música pronta, só porque Tom havia se tornado parceiro de Chico anteriormente.

Além disso, os autores também retratam como cada artista chegou até Vinicius, ou o poeta a eles. O Toquinho, por exemplo, último grande parceiro dele, recebeu um telefonema do grande poeta. A obra mostra que o violonista estava dormindo ainda quando a mãe o acorda dizendo quem era do outro lado da linha. Sem acreditar, ele atende e ali começa uma história de amizade enorme.

A leitura é extremamente prazerosa e para alguém apaixonado pelo poeta, leva uma tarde apenas para concluir. Meu exemplar foi adquirido nas Livrarias Curitiba, do Shopping Catuaí e custou em torno de R$ 29,90! Vale muito a pena!

 

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Literatura

Os Heróis do Olimpo/ O Herói Perdido – Resenha

By on 5 de julho de 2016
Minha experiência com a mitologia grega começou lá atrás, quando eu ainda assistia ao desenho do Hércules, na TV. Mas, caros leitores, minha paixão nasceu, de fato, depois que assisti pela primeira vez Percy Jackson e os Olimpianos (sim, o filme antes do livro. Me julguem). Assisti os dois filmes na TV e quando chegou aquele momento em que a Thalia acordou depois de passar anos sendo uma árvore (coitadinha) eu fiquei na necessidade de saber o que aconteceria depois, já que ela era filha de Zeus.

Então aconteceu! Sim, eu tive meu encontro com os livros do Rick Riordan, ou titio Rick para os mais íntimos e não consegui mais largar. Foi um amor tardio, já que todos os livros já haviam sido lançados, mas é sentimento verdadeiro.

Me explica melhor

A primeira saga, que foi intitulada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma série literária composta por cinco livros. Nele o protagonista é, obviamente, o Percy, filho de Poseidon, o deus do mar. Toda a história é baseada na mitologia grega, o que já é apaixonante por si só. Mas, o que torna isso mais legal é que o autor criou um ambiente moderno, visto que ele trabalha com a vida de uma nova geração de filhos dos deuses gregos. Essas crianças moram em um acampamento, que é chamado de ‘Acampamento Meio Sangue’, onde são treinados para enfrentar todo tipo de monstros.

O Herói Perdido



A história começa com Jason acordando em um ônibus escolar sem ter a mínima noção de onde está e muito menos de quem é. Ao lado dele está Piper, que diz ser sua namorada e Leo, o melhor amigo. Logo de cara começa a ação! O ônibus é atacado e seu treinador é levado misteriosamente. As referências da história anterior começam a aparecer, já que Annabeth e todo o acampamento se uniu a procura de Percy, que está desaparecido (‘O Herói Perdido’).

Tudo acontece muito rápido e, como nos livros anteriores, você chega a ficar com a respiração ofegante. O que torna um livro fácil de ser lido em alguns dias, apesar de ter 439 páginas. E a grande é que o autor misturou mitologia romana em meio à história, dando um sabor diferente ao que estávamos acostumados. Confesso senti falta da presença dos deuses nesse livro. Aqui eles quase não apareceram, mas tiveram papel fundamental na aventura.

Outra coisa que eu amo no Riordan é o fato dele terminar as aventuras com uma deixa para a próxima aventura. Dessa vez, é somente na última frase do livro que algumas coisas começam a fazer sentido e eu sinto que Percy reaparecerá no próximo (para a nooooossa alegriaaa).  

Katiuscia Mizokami
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Literatura

POETA FELIZ?

By on 26 de junho de 2016

A um passarinho


Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se for por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.

Deixa te de histórias
Some-te daqui

(Vinicius de Moraes)
“Vinicius, foi o único que realmente viveu como poeta”. Não sou eu quem disse isso não, foi Drummond no dia do falecimento do poetinha camarada. Lendo o poema acima e pensando na frase dita por Drummond fico a pensar. Um poeta realmente só é grande se for triste, como disse Vinicius na canção Eu Não Existo Sem Você?

Essa reflexão sonda minha cabeça muitas vezes. Afinal é preciso ser triste para ser poeta? Pensemos então nas mais famosas poesias. É muita coincidência que na maioria delas a palavra angústia esteja tão presente? Dor, aflição, ausência. NÃO! Não é coincidência. 
Em Leminski temos problema, mágoa, remorso:

No fundo, no fundo,

bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto

a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela — silêncio perpétuo” (Trecho do poema Bem no Fundo, de Paulo Leminski)

Poderia listar inúmeros nomes. Drummond, Fernando Pessoa, Vinicius de Moraes, Mário Quintana. Esse último então, nem se fala. Todos sofreram quando escreveram seus tão deliciosos poemas de amor. 
“Um poeta sofre três vezes: primeiro quando ele os sente, depois quando ele os escreve e, por último, quando declamam os seus versos.” (Mário Quintana)
O Poetinha inclusive, escreveu seus melhores poemas sofrendo, tomando um porre de uísque dentro de sua banheira. Lugar onde Toquinho esteve também com ele. E o último lugar que Vininha esteve. Foi lá que ele faleceu. 
Não é uma regra, caro leitor, mas os melhores poemas são os que falam de amor. Isso acontece porque o poeta está sofrendo e uma pessoa que sofre quer botar para fora, quer desabafar. 
Eu já me meti a poetiza, mas parei, hoje sou feliz! Felicíssima ao lado do meu amor. Minhas poesias são de alegria. Sim, é possível viver poesia na vida real. Hoje sou poeta feliz!
Katiuscia Mizokami

*Estamos com o blog também no Portal Bonde. Faça-me uma visita: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31-67

Katiuscia Mizokami
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Literatura

Ursinho Pooh visita Rainha Elizabeth II e príncipe George em nova história

By on 27 de maio de 2016

Quem mais aqui assistia o Ursinho Pooh quando era criança? Eu amava e olha que ideia incrível que a Disney teve. Para comemorar os 90 anos do Ursinho, que nasceu no mesmo ano que a Rainha Elizabeth II, a produtora lançou um livro digital onde os dois se encontram!

Batizada de “Winnie the Pooh e o Aniversário Real”, a história narra a aventura do ursinho que, acompanhado de seus amigos Cristóvão, Bisonho e Leitão, vão até Londres para entregar um poema à rainha.

Uma das partes mais fofas é quando Leitão entrega um balão ao príncipe George. Tem como não amar?

De acordo com informações da Revista Glamour, a rainha Elizabeth II cresceu lendo as histórias de Pooh. Confira a versão completa nesse link.

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Literatura

Livros para colorir: são ou não são literatura?

By on 15 de julho de 2015

Muitas polêmicas rondam esse mundo cibernético e uma das que me chamou atenção esses dias foi o caso Livros para colorir: são ou não literatura?

Estava ouvindo o LiterárioCast (O penúltimo que eles postaram), que falava sobre esses livros que estão na moda e viraram febre mundial. Tanta febre que, veja só, tem gente fazendo convite de casamento para colorir. 

Foto: reprodução da internet.

Para quem ainda não conheça, embora eu ache impossível alguém nunca ter ouvido falar, vou explicar o que são os tais livros que ganharam os corações tristes e as almas estressadas das pessoas ao redor desse planeta chamado Terra.

Há, na contemporaneidade uma doença que atinge muitas e muitas pessoas: o estresse. Esse companheiro ingrato que acompanha e entristece muita gente. Antigamente para combater o estresse (não tão antigamente assim), as pessoas praticavam algum esporte, procuravam um psicólogo ou até mesmo tomavam aquelas pílulas da felicidade lindas <3 (deixo aqui minha mensagem de carinho com muito amor para a fluoxetina)!

Porém hoje, meus amigos, existem os livros de colorir. A proposta desses livros é de aliviar o estresse das pessoas com a pintura de desenhos de flores, árvores e bichinhos fofos. Nunca entendi qual é a desse ‘Jardim Secreto’. Assim como nunca entendi o objetivo real do ‘Destrua esse Diário’, mas isso é assunto para outro post. 

Me lembro das aulas de literatura que tive há um tempo, não muito remoto. A professora falava que a primeira literatura brasileira foi a carta de Pero Vaz de Caminha. Aquela que descrevia todas as belezas naturais do país e falava sobre pessoas que andavam por aí com suas ‘vergonhas’ de fora. Contudo, caros, vamos descobrir a definição de Literatura, que, de acordo com o Google (O grande mestre das indecisões mundiais) literatura é:

uso estético da linguagem escrita; arte literária.”

E mais, livros sempre foram aquilo que contém um montão de palavras, ambora alguns tenham algumas fotos e desenhos também. Eu sempre achei que fosse isso. Então, do que chamaremos esses “livros”, já que eles não tem o essencial que um livro precisa ter para ser livro


Portanto, unindo todas essas evidências dou o  veredito. Não! O ‘Jardim Secreto’ e afins não são literatura. São simples e puramente formas de entreterimento e diversão. Assim como um dos participantes do LiterárioCast disse naquela ocasião, “São como os livros de palavras cruzadas Coquetel”.


Pronto amigos, podemos dormir em paz agora.

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Literatura

Literatura?

By on 11 de março de 2015

Literatura. Sempre me pareceu um mundo tão fechado, tão exclusivo, tão,
Ela sempre me fascinou, desde os poemas de Quintana, até os sonetos de Drummond.
Mas quem me conquistou mesmo foi Vinicius, ele me ensinou a sentir a poesia.
Me fez olhar com os olhos da alma, e com a poesia tenho, em meio à turbulência, calmaria.

Me atrevo a escrever poema, sim. Sem métrica, sem regras nem nada.
Não me diga que não posso, minha poesia não precisa ser ovacionada.
Só escrevo para alimentar a alma, só escrevo para buscar minha calma.

-Minha necessidade de escrever me fez escolher a poesia. Minha indignação me fez escolher o jornalismo.
É um blog de moda? Sim, mas como se chama Fashionismo Poético, acho muito justo deixar claro para os leitores, meu amor pela poesia.

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